Criar loja virtual para um varejo que já funciona no físico é diferente de criar um e-commerce do zero. A marca já existe, o cliente já conhece a loja e o estoque já é real. O trabalho é transportar isso para um ambiente onde a pessoa compra sem falar com ninguém.
A loja virtual precisa parecer a mesma loja
O erro mais comum é usar um modelo pronto genérico, com cor e tipografia que não têm nada a ver com a fachada e com o Instagram.
Quem chega pelo Instagram e cai em uma loja com outra cara desconfia, principalmente na hora de colocar o cartão. Continuidade visual é um fator direto de conversão em varejo.
Por isso a identidade vem antes ou junto da construção da loja, assunto de Identidade visual da loja física e digital.
Estrutura pensada para vender, não só para expor
Categoria organizada do jeito que o cliente procura, não do jeito que o estoque está organizado internamente. Essas duas lógicas costumam ser diferentes.
Busca interna que funcione, porque boa parte de quem entra em loja virtual já sabe o que quer e digita direto.
Filtro por tamanho, cor, faixa de preço e marca, conforme a categoria. Loja com muitos produtos e sem filtro perde a venda na terceira página.
E página de produto completa: várias fotos, descrição real, medida, especificação e disponibilidade. Tratamos disso em Cadastro de catálogo de produtos.
Plataforma: o que considerar
Não existe uma plataforma certa para todo mundo. O que muda é volume de produto, necessidade de integração com estoque físico, forma de pagamento e orçamento de mensalidade.
Loja com poucos produtos e giro alto tem necessidade diferente de loja com catálogo grande e giro lento. Integração com o sistema de frente de caixa importa muito quando o estoque é o mesmo.
Vale escolher pensando nos próximos dois anos, porque migrar plataforma depois custa tempo, dinheiro e posição no Google.
Comece pelo recorte que gira
Tentar subir o catálogo inteiro de uma vez é o que mais trava projeto de e-commerce em varejo. São centenas de itens para fotografar, descrever e cadastrar.
Começar pelos itens de maior giro e maior margem coloca a loja no ar em semanas, e não em meses. O restante entra depois, com a operação já rodando.
Esse recorte também facilita a divulgação, porque a comunicação fica concentrada em produtos que a loja realmente quer vender.
Loja no ar não significa loja vendendo
Depois de pronta, a loja precisa ser divulgada em todo ponto de contato: link do Instagram, Perfil da Empresa no Google, adesivo na vitrine, sacola, cartão entregue no caixa e assinatura de e-mail.
Depois disso, o tráfego pago acelera. Tratamos disso em Tráfego pago para e-commerce.
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