Vender em marketplace: quando compensa e o que ele não resolve

Marketplace é a loja virtual de terceiro onde a sua marca vende dentro de um ambiente que já tem tráfego. Ele resolve o problema mais difícil do e-commerce novo, que é ninguém saber que a loja existe. Em troca, cobra comissão e mantém o relacionamento com o cliente do lado dele.

O que o marketplace resolve

Volume de visitantes desde o primeiro dia. Uma loja virtual própria recém-criada não recebe visita sem investimento em divulgação. No marketplace, o produto já entra em uma vitrine com gente comprando.

Confiança de quem não conhece a marca. Muita gente compra em marketplace justamente pela garantia da plataforma, e compraria com receio em uma loja desconhecida.

E logística facilitada em algumas plataformas, com frete integrado e regra de entrega já resolvida.

O que o marketplace não resolve

Ele não constrói marca. O cliente lembra que comprou na plataforma, não na sua loja. O nome do vendedor passa despercebido na maioria das compras.

Ele não devolve o relacionamento. Você não recebe o contato do cliente para avisar de coleção nova, promoção ou reposição.

E ele mantém você em comparação direta e permanente de preço, lado a lado com concorrentes que vendem o mesmo item.

Por isso ele funciona melhor como canal complementar do que como canal único.

A conta que precisa ser feita antes

A comissão varia por categoria e por plataforma, e incide sobre o valor total. Somado ao custo de frete e de embalagem, o percentual pode inviabilizar itens de margem apertada.

O cálculo precisa ser feito produto a produto, não no geral. Costuma acontecer de metade do catálogo ser viável no marketplace e a outra metade não.

Vender no marketplace com prejuízo para ganhar volume só faz sentido quando existe um plano claro de trazer o cliente para o canal próprio depois.

Como usar o marketplace a favor da loja própria

Incluir na embalagem um material que apresente a marca e leve à loja própria, com incentivo para a próxima compra.

Manter a identidade visual da marca nas imagens dos anúncios, para que o cliente comece a reconhecer o vendedor entre tantas opções iguais.

E usar o marketplace para os produtos de maior giro e menor margem, mantendo os itens exclusivos e de melhor margem na loja própria.

Esse equilíbrio é o mesmo raciocínio que aplicamos em Como colocar o varejo físico para vender online.

O catálogo precisa estar pronto antes

Marketplace exige cadastro completo, com foto de qualidade, ficha técnica e descrição. Anúncio incompleto perde posição na busca interna da plataforma.

Quem já organizou o catálogo para a loja própria consegue subir para o marketplace com pouco esforço adicional. Tratamos disso em Cadastro de catálogo de produtos.

A Hamo é uma agência de marketing e branding em Fortaleza, com atendimento em todo o Brasil. Quer avaliar se o marketplace compensa para o seu catálogo? Agende um diagnóstico: (85) 99164-6289.

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